Alex Lifeson: a alma injustiçada do Rush

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“A Steve Morse Band esteve na turnê do disco Power Windows. Foi um ponto alto na minha carreira.” – Steve Morse.
“Minhas canções de rock instrumental preferidas são do Rush” – Paul Gilbert
“Gostava muito do estilo de Alex, especialmente, das partes rítmicas” – Vinnie Moore
“Minha banda excursionou com o Rush no começo dos anos 90. Alex tem um timbre feroz – seu estilo preenchia muito bem o som do trio.” – Eric Johnson
Bem….será que preciso falar mais alguma coisa sobre Alex Lifeson? Amante fervoroso de Jimi Hendrix, Pete Townshend, Jeff Beck, Eric Clapton e Jimmy Page (sua principal influência ), Lifeson não só ajudou a moldar a sonoridade do rock progressivo ”não-mala” , como deu de brinde, o mapa das milhares de convenções e tempos quebrados que o metal viria usar ( vide o Metallica, fã assumido da banda ). Seja no começo dos anos 70 , despejando suas influências de Cream e Led Zeppelin, somadas as texturas e arranjos típicos de bandas como Yes e Genesis, seja nos anos 80, timbrando sua guitarra com um belo chorus e absorvendo influências de Adrian Belew (o que caracterizaria parte do som da década), ou dos anos 90 em seguida, com a retomada do peso, Alex Lifeson criou partes de guitarra insanas e bem elaboradas, que ao lado de Geddy Lee e Neal Peart, fez a ponte entre os elementos progressivos e o hard rock/metal de forma complexa, mas sem soar chato. Alex possui um jeito despojado de tocar seus riffs complexos, demonstrando total naturalidade, e solos com ligados, cordas soltas, e intervalos atípicos, que tornam-se grandes desafios na hora de serem tirados nota por nota. Veja os vídeos abaixo, e note o quanto Alex e seus companheiros, tocam com naturalidade e se divertindo! E por fim, se você acha que o Dream Theater é a banda mais inacreditável e original das galáxias, ouça o material do Rush. Mas não me responsabilizo caso você fique com uma leve vergonha alheia….

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Sobre hericksales

Guitarrista, professor de guitarra e violão a 11 anos.

Publicado em 1 de dezembro de 2015, em Músicos subestimados e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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